Não há vítimas, ou se há, somos todos nós


Não há vítimas, ou se há, somos todos nós!

 

Você já parou para pensar que não há vítimas ou, se há, todos nós somos?

Quantas vezes você já foi rejeitado, excluído e abusado? Bom, eu já fui inúmeras vezes…

Como lidar com esses sentimentos que machucam tanto a nossa alma?

Eu acredito que é se colocando no lugar do outro. A empatia do coração, que é bem diferente da compressão mental, pode dissolver esse mal entendido dentro de nós.

Sei que muitos sofrem abusos de diversas formas que ferem e destroem a vontade de seguir adiante, mas aqui estou chamando a atenção para nos livrar do papel de vítima.

Se ficarmos aprisionados no papel de vítima, acreditaremos que temos razões para nos vingar.

Você tem algum desejo secreto de vingança?

Veja o quanto isso te mantém em um círculo vicioso.

Existe uma verdade que pode nos libertar: a autorresponsabilidade.

Você não é culpado pelo que te aconteceu, mas é responsável pela forma que responde a esse acontecimento.

O abusador de hoje já foi abusado de alguma maneira. Aquele que machuca é quem está com a ferida mais dolorida.

Ao conseguirmos dimensionar a dor do outro, cai por terra o desejo de vingança.

Se ainda assim a sua vontade de vingança perdurar, eu tenho mais uma coisa para te dizer.

A vida sempre se encarrega de nos colocar no caminho do amor. Ela é imensamente potente para fazer isso. Então, se você considera que alguém precisa de um “reparo”, fique tranquilo. Você pode soltar essa vontade de consertar o caminho do outro, pois a vida se encarrega disso.

Entre em contato com o seu plano de vingança e veja o quanto isso te empobrece, o quanto isso apaga a sua luz.

O desejo de vingança está diretamente associado ao sentimento de vítima. Se não há vítima, não há o que ser vingado.

O plano de vingança pode ser o seu chamado para cuidar dessa sua ferida. Assim, você se liberta do “eu vítima” e passa a ser o “eu responsável” e, dessa forma, sua vida ganha uma nova perspectiva.

Você não precisa fazer justiças com as próprias mãos. Use-as para algo mais criativo e transformador. Use suas mãos para preparar o solo e plantar as sementes que você quer colher amanhã.

Pense em você, no que te faz bem e, naturalmente, os planos de vingança serão abandonados.

 

Vídeo: Não há vítimas, ou se há, somos todos nós

 

Um ótimo dia!

 

Com amor,

Regiane

www.regianeromero.com.br